domingo, 29 de agosto de 2010

O infinito de nós dois...



Às vezes queria mergulhar no profundo da minha alma e encontrar a essência que há em ti.
Sim, porque creio que mesmo nunca tendo te olhado, com olhos apaixonados num instante de um sorriso ou na leveza de um gesto, posso te reconhecer, posso te identificar, posso te dizer, que valeu a pena, valeu a pena esperar.
Encontro-te nos meus sonhos, pensamentos, para alguns fantasia infantil ou apenas imaginação.
Não sei se vai demorar, talvez um ano, talvez uma vida, talvez eu nem o encontre ,mas eu tenho certeza que em algum instante você existiu e também pensou em mim.
Enfim a emoção me toma, envolvida por um sentimento que nunca desfrutei.
Ver-te, reconhecer-te, sentir-te, e o início mostra que sempre foi assim no infinito de nós dois. E o passado, eu deixo no passado, se torna uma história pra contar depois.
No murmúrio dos meus lamentos, chorei a tua ausência, mas te vi na presença da abstração. Vejo-te quando as mãos se unem, quando os joelhos tocam o chão e quando em meu rosto um sorriso se desenha, a Deus em oração.
Espero-te, não por audácia ou exibicionismos, te espero porque o grande maestrino do universo conduz a melodia que entoa meus intentos, ela é interpretada em dueto, e nunca chamou-se ilusão, porém em todos os momentos sempre denominou-se fé.

2 comentários:

  1. Ai ju,que lindoOo...

    Muito gostoso de ler... a sensação que tive é de estar passando por tudo isso...
    Tocante...ehhehe

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  2. Ô Carolis, que bom que gostastes!
    Bjus BFF!!!hehehe

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