sexta-feira, 20 de julho de 2012
"Dando uma de Hitch"
Como nos entender?
Complexamente simples, talvez isso defina os universos dos homens e das mulheres!
Somos perceptivas e tendemos a acreditar que vocês, homens, também são. Já vocês, são objetivos, práticos, racionais ao extremo e tendem a acreditam que nos conformaremos com essa falta de emoção.
Aí complica, né?
As diferenças já começam nas conversas. Pois é, nós temos necessidade de falar 20 mil palavras por dia (na teoria pelo menos, muitas de nós falamos bem mais do que isso), enquanto eles só precisam falar 7 mil, e desse total, a grande maioria é a repetição do “tá”, “ok”, “sim”, “não”, “talvez”. É o que eu carinhosamente chamo de “momentos monossilábicos”.
Bom, pensando nessa diferença, resolvi dar uma de “Hitch” e passar algumas dicas para que meus amigos entendam esse complicado e maravilhoso universo feminino.
Talvez você esteja se perguntando: "Mas, com que propriedade ela vai fazer essas afirmações?"
Pois é, meus caros, nasci mulher e permaneço assim por escolha!kkkk
Acho que isso já é o suficiente, né?
Então, lá vai...
Queremos ser acordadas com mais do que bom dia, queremos alguma coisa a mais (e não me refiro a nada material), que faça a gente lembrar o motivo pelo qual o escolhemos.
Queremos paciência, mas também queremos alguns desacordos (pois é, vai nos entender...). Não sei vocês, mas eu amo ser do contra às vezes, e argumento o quanto puder. Pra quê?
Pra ver o poder de argumentação do outro e até onde ele pode chegar.
Gostamos de palavras bonitas, mas bem mais do que isso, gostamos de atitudes dignas, e sinceridade é uma delas.
Gostamos de cavalheirismos, sem precisar pressionar ou forçar nada, algo natural, que nos faça sentir especiais.
Gostamos de maturidade, mas amamos brincadeiras. Afinal, na maioria das vezes esses são os melhores momentos a serem lembrados.
Outra coisa bem importante, que serve para ambos os sexos, é dizer sempre o que se sente, nem a mais, nem a menos, tão somente isso. Se você ama, diga isso, mas se você não ama, não pratique a banalização do amor. Para podermos ser sinceros com os outros, necessitamos nos auto-conhecer e sermos sinceros conosco.
Quando estivermos com TPM mantenha uma distância segura e salve sua vida!!!!!!!kkkk
Não, brincadeira. Quando estivermos nesse estado, como diz a música “simplesmente nos abrace”, ou apanhe, cada casal tem sua forma de lhe dar. kkkkkkkk
Outra coisa importante é: Nunca dê risada dela, mas sempre com ela.
Lembre-se, não esqueça dos detalhes, eles sempre vão falar bem mais do que o todo.
Para finalizar no melhor estilo Hitch de ser, não poderia terminar sem a frase de efeito. Por isso, não se esqueça: "A vida não é quantas vezes você respira, mas sim quantas vezes te tiraram o fôlego".
sábado, 30 de junho de 2012
Eu...
A menina que se veste de mulher.
Que é frágil e forte.
Que chora sorrindo.
Que diz não acreditar em contos de fadas,
mas torce pelo príncipe encantado.
A orgulhosa e frágil.
A brincalhona e séria.
A apaixonada e desiludida.A que amou uma vez apenas,
mas que acredita que outros amores devem estar em alguma parte da estrada,
ela torce para que ele venha no caminho contrário,
e que de preferência seja ao seu encontro.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
"Quase" eu e você...
Não, eu não são tão autossuficiente quanto demonstro.
Não, eu não sou totalmente segura de mim.
Não, não tenho certeza de muitas coisas.
Não, também não entendo esse sentimento.
Não, não sou perfeita.
Não, não estarei sempre impecável.
Sim, talvez nosso grande conflito está no fato de nos vermos baseados no olhar da perfeição.
Talvez eu não seja a mulher dos seus sonhos e nem você o homem dos meus, mas ainda assim, talvez possamos nos descobrir e notar que os nossos sonhos nada eram perto dos sonhos de DEUS.
Eu não sei o que vai acontecer, mas peço desculpas, não pelas minhas imperfeições, mas por só ressaltar as suas e não adjetivar as qualidades devidas.
Desculpa por falar coisas sem pensar, por usar palavras que eu me arrependo tanto depois de ditas. Não é por mal, é uma forma de me proteger do desconhecido, é o medo de me magoar, e é assim que muitas das vezes acabo sabotando minha própria felicidade.
Desculpa por estar me afastando, por não te olhar, não te abraçar, não conversar. Você sabe que tem parte nisso também, mas é que o tempo vai passando e chego a pensar que não é isso que você quer, pois se quisesse nossa relação não seria permeada de "quases".
Desculpa por reprimir tanto o que estou sentindo e por ter suprimido o “eu também gosto de você” quando tive a oportunidade de dizer.
E, depois de tudo, desculpa por estar escrevendo isso em uma folha de papel e não conseguir te dizer face a face.
Falhas e imperfeições, é isso aí que temos para oferecer?
É isso também!
Já conhecemos nossas falhas, e outras virão, mas acho que está na hora de conhecermos nossas qualidades. Pois, no final das contas, não conhecemos um ao outro de fato, apenas inferimos o que o outro é... E alguma coisa me faz acreditar que somos bem mais do que imaginamos.
Não, eu não sou totalmente segura de mim.
Não, não tenho certeza de muitas coisas.
Não, também não entendo esse sentimento.
Não, não sou perfeita.
Não, não estarei sempre impecável.
Sim, talvez nosso grande conflito está no fato de nos vermos baseados no olhar da perfeição.
Talvez eu não seja a mulher dos seus sonhos e nem você o homem dos meus, mas ainda assim, talvez possamos nos descobrir e notar que os nossos sonhos nada eram perto dos sonhos de DEUS.
Eu não sei o que vai acontecer, mas peço desculpas, não pelas minhas imperfeições, mas por só ressaltar as suas e não adjetivar as qualidades devidas.
Desculpa por falar coisas sem pensar, por usar palavras que eu me arrependo tanto depois de ditas. Não é por mal, é uma forma de me proteger do desconhecido, é o medo de me magoar, e é assim que muitas das vezes acabo sabotando minha própria felicidade.
Desculpa por estar me afastando, por não te olhar, não te abraçar, não conversar. Você sabe que tem parte nisso também, mas é que o tempo vai passando e chego a pensar que não é isso que você quer, pois se quisesse nossa relação não seria permeada de "quases".
Desculpa por reprimir tanto o que estou sentindo e por ter suprimido o “eu também gosto de você” quando tive a oportunidade de dizer.
E, depois de tudo, desculpa por estar escrevendo isso em uma folha de papel e não conseguir te dizer face a face.
Falhas e imperfeições, é isso aí que temos para oferecer?
É isso também!
Já conhecemos nossas falhas, e outras virão, mas acho que está na hora de conhecermos nossas qualidades. Pois, no final das contas, não conhecemos um ao outro de fato, apenas inferimos o que o outro é... E alguma coisa me faz acreditar que somos bem mais do que imaginamos.
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